Ordem:
Família:

Anura

Hylidae

Ololygon cardosoi

Ainda não encontramos.

Status de conservação:

IUCN:

Lista Nacional:

Projetos e ações

Ainda não encontramos.

Unidades de conservação

Ainda não encontramos.

DESCRIÇÃO​

Espécies de porte pequeno, fêmea acentuadamente maior que os machos (CRC: machos, 19,6 – 32,2 mm; fêmea 29,l mm); padrão dorsal pardo representado nas tíbias por faixas escuras, transversalmente obliquas, e no corpo por faixas longitudinais, sendo duas laterais mais largas e uma mediana, estreita, que se apresenta fragmentada em alguns exemplares.

Localidade Tipo:

Teresópolis, Vale de Revolta – Estado do Rio de Janeiro.

Holótipo

MZUSP 66626

Parátipos

MZUSP 66627-66629

Artigo de descrição

Variações da espécie / Morfotipos

Período de atividade:

Habitat

Ainda não encontramos.

Tamanho

Abundância

Venonoso

MZUSP 66627-66629

Ecologia e história natural

O macho de Ololygon cardosoi utiliza poleiros de 0,5 a 1,0m acima do solo na vegetação sob poças temporárias em bordas de floresta, sendo encontrada também nas clareiras. Os machos da espécie se agregam nesses ambientes e iniciam a atividade de vocalização após as 22h. A espécie faz sinalizações visuais que podem servir para comunicação com as fêmeas, assim como já foi visto situações onde os machos batem com as pernas traseiras em possíveis machos satélites (Moroti et al., 2017). Raramente são vistas fora da estação reprodutiva. Espécie utiliza vegetação ao redor de poças temporárias na borda da floresta. Costumam vocalizar sobre a vegetação e no solo próximo a poça.

Ameaças

Ainda não encontramos.

Etnobiologia

Ainda não encontramos.

Tipos de Ambientes

Ainda não encontramos.

Galeria de ambientes

Biomas / Eco-regiões

Mata Atlântica

Vocalização

Descrição do canto

Cantos curtos têm 8 a 28 pulsos (média = 20,6, DP = 2,9) e são emitidas em taxas altas que variam de 340,0 a 6,6,6 pulsos / s (média = 525,1, DP = 90,8). A frequência dominante varia de 3281 a 4828 Hz (média = 4429,1, DP = 91,9). Os cantos longos são altamente variáveis em características temporais (especialmente intervalo e taxa de chamadas, número de pulsos, agrupamento e espaçamento) e são emitidas em taxas altamente variáveis, variando de 2,0 a 37,2 chamadas / min (média = 15,5, DP = 19,0). Eles variam de 268-518 ms (média = 427,0, DP = 80,2) e têm 31-68 pulsos (média = 52,7, DP = 12,6) emitidos a taxas que variam de 78,5-147,6 pulsos / s (média = 124,4, DP = 9,7). Em contraste com as chamadas curtas, que quase sempre são emitidas como notas únicas, as chamadas longas geralmente ocorrem em série, mas uma chamada longa foi emitida como uma nota única. As chamadas longas são formadas por 1 a 6 notas (média = 3,7, DP = 1,3). A frequência dominante varia de 4266 a 4500 Hz (média = 4386,1, DP = 34,8) (Carvalho et al. 2015).

Variações de canto

Reprodução

O macho de Ololygon cardosoi utiliza poleiros de 0,5 a 1,0m acima do solo na vegetação sob poças temporárias em bordas de floresta, sendo encontrada também nas clareiras. Os machos da espécie se agregam nesses ambientes e iniciam a atividade de vocalização após as 22h. A espécie faz sinalizações visuais que podem servir para comunicação com as fêmeas, assim como já foi visto situações onde os machos batem com as pernas traseiras em possíveis machos satélites (Moroti et al., 2017). Raramente são vistas fora da estação reprodutiva. Espécie utiliza vegetação ao redor de poças temporárias na borda da floresta. Costumam vocalizar sobre a vegetação e no solo próximo a poça.

Sítios reprodutivos

Modo reprodutivo

Época reprodutiva

Janeiro

Tipo de desenvolvimento

Indireto, ou seja, com a presença de girinos.

Girinos

História Natural

Ainda não encontramos.
Ainda não encontramos.

Morfologia

Ainda não encontramos.
Ainda não encontramos.
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Ainda não encontramos.
Ainda não encontramos.
Ainda não encontramos.
Ainda não encontramos.
Ainda não encontramos.

Créditos

Fotografias

Ilustrações

Gabriela Luiza de Deus

Vocalizações

Colaborador da página

Matheus de Toledo Moroti VIA: Projeto Dacnis; Universidade Federal de Mato Grosso do Sul
Carvalho-e-Silva, S. P. de, and O. L. Peixoto. 1991. Duas novas espécies de Ololygon para os Estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo (Amphibia, Anura, Hylidae). Revista Brasileira de Biologia 51: 263–270.

Carvalho-e-Silva, S. P. de, and O. L. Peixoto. 1991. Duas novas espécies de Ololygon para os Estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo (Amphibia, Anura, Hylidae). Revista Brasileira de Biologia 51: 263–270. Carvalho, T. R. De, Martins, L. B., & Giaretta, A. A. (2015). The complex vocalization of Scinax cardosoi (Anura: Hylidae), with comments on advertisement calls in the S. ruber Clade. Phyllomedusa: Journal of Herpetology, 14(2), 127-137. Moroti, M.T, Pedrozo, M., Sestito, G., & Santana, D. J. (2017). First record of visual displays in Scinax cardosoi (Anura: Hylidae). Phyllomedusa: Journal of Herpetology, 16(2), 283-287.