Ordem:
Família:

Anura

Allophrynidae

Allobates goianus

Rãzinha-da-mata

Status de conservação:

IUCN:

Lista Nacional:

DD

Projetos e ações

Ainda não encontramos.

Unidades de conservação

Ainda não encontramos.

DESCRIÇÃO​

Espécie de tamanho pequeno mede cerca de 18 milímetros, apresentando colorido dorsal pardacento com quatro manchas grandes de coloração marrom escuro, sendo que a primeira se apresenta em forma de um triângulo com o vértice voltado para região posterior. Estreita faixa interocular clara delimitando a parte anterior da primeira mancha escura. Apresenta uma faixa dorsolateral marrom escura, que se inicia no focinho e termina na região inguinal, e uma fina faixa branca no lábio superior.

Localidade Tipo:

Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, Goiás

Holótipo

Ainda não encontramos

Parátipos

Ainda não encontramos

Artigo de descrição

Variações da espécie / Morfotipos

Ecologia e história natural

“”Espécie diurna e crepuscular que habita a serapilheira de Matas de galeria, próximo a riachos. Como outras espécies do gênero, deposita os ovos na serapilheira, podendo ter (ou não) cuidado parental. O canto de anúncio é composto por uma nota com duração variando entre 0,65 e 0,79 segundos (Bastos et al. 2011). O canto apresenta modulação de frequência e as frequências fundamental e dominante são, respectivamente, 2467,3 ± 53,5 Hz e 4946,3 ± 107,2 Hz (Bastos et al. 2011). Os indivíduos vocalizam em uma taxa de emissão de 76 cantos por minutos.”” “Espécie diurna de pequeno porte e ocupa a riachos temporários de encostas pedregosas e floresta de galeria (Bastos et al. 2003, Bokermann 1975). Sua reprodução possivelmente ocorre na mata, com a deposição de seus ovos sobre o chão da floresta, posteriormente, os ovos são carregados para a água sobre o dorso do adulto (Colli et al. 2004).”

Ameaças

Ainda não encontramos.

Etnobiologia

Ainda não encontramos.

Tipos de Ambientes

Ainda não encontramos.

Galeria de ambientes

Biomas / Eco-regiões

Cerrado

Vocalização

Descrição do canto

Ainda não encontramos

Variações de canto

Reprodução

“”Espécie diurna e crepuscular que habita a serapilheira de Matas de galeria, próximo a riachos. Como outras espécies do gênero, deposita os ovos na serapilheira, podendo ter (ou não) cuidado parental. O canto de anúncio é composto por uma nota com duração variando entre 0,65 e 0,79 segundos (Bastos et al. 2011). O canto apresenta modulação de frequência e as frequências fundamental e dominante são, respectivamente, 2467,3 ± 53,5 Hz e 4946,3 ± 107,2 Hz (Bastos et al. 2011). Os indivíduos vocalizam em uma taxa de emissão de 76 cantos por minutos.”” “Espécie diurna de pequeno porte e ocupa a riachos temporários de encostas pedregosas e floresta de galeria (Bastos et al. 2003, Bokermann 1975). Sua reprodução possivelmente ocorre na mata, com a deposição de seus ovos sobre o chão da floresta, posteriormente, os ovos são carregados para a água sobre o dorso do adulto (Colli et al. 2004).”

Sítios reprodutivos

Modo reprodutivo

Época reprodutiva

Tipo de desenvolvimento

Indireto, ou seja, com a presença de girinos.

Girinos

História Natural

Ainda não encontramos.
Ainda não encontramos.
Ainda não encontramos.

Morfologia

Corpo oval em vista dorsal e trapezoidal em vista lateral.
Ainda não encontramos.
Espiráculo sinistro, localizado no terço médio do corpo, dirigido posterodorsalmente.
Ainda não encontramos.
Ainda não encontramos.
O disco oral é ventral, com papilas marginais interrompidas por lacuna dorsal e fórmula dentária 2(2)/3(1). A cobertura da mandíbula superior é em formato de arco e a inferior em “V”.
Ainda não encontramos.
Nadadeiras ventral e dorsal em arcoamplo

Créditos

Fotografias

Leandro de Oliveira Drummond

Ilustrações

Gabriela Luiza de Deus

Vocalizações

Colaborador da página

https://www.icmbio.gov.br/portal/faunabrasileira/estado-de-conservacao/7524-anfibios-allobates-goianus Guia de identificação das espécies de anfíbios (Anura e Gymnophiona) do estado de Goiás e do Distrito Federal, Brasil Central