Ordem:
Família:

Anura

Odontophrynidae

Odontophrynus maisuma

Ainda não encontramos.

Status de conservação:

IUCN:

Lista Nacional:

Projetos e ações

Ainda não encontramos.

Unidades de conservação

Ainda não encontramos.

DESCRIÇÃO​

Ainda não encontramos.

Localidade Tipo:

Cabo Polonio, 34° 23′ S, 53° 47′ W, Departamento de Rocha, Uruguai.

Holótipo

ZVCB3368

Parátipos

ZVCB 3361, 3365-3367, 11465, MLP 4926, ZVCB 3362-3363, MLP 4928-4927, ZVCB 1517.

Artigo de descrição

Variações da espécie / Morfotipos

Ecologia e história natural

As espécies do gênero Odontophrynus apresentam hábitos de escavação que permanecem a maior parte do ano em abrigos subterrâneos e se reproduzem sazonalmente após fortes chuvas, geralmente em pequenos lagos ou riachos temporários. Embora sejam comuns e difundidos, os relatórios sobre a história natural desses sapos interessantes são limitados a poucos trabalhos ROSSET & BALDO (2010). Espécie vive em ambientes de dunas de areias. Costumam vocalizar durante a noite, em lagoas temporárias com o corpo semi-submerso, às vezes deitado na base das folhas de Eryngium (Apiaceae) ROSSET & BALDO (2010).

Ameaças

O recente achado de infecção por chytrid nos girinos de O. maisuma em Laguna de Rocha é uma preocupação potencial para a conservação dessa espécie (Borteiro et al. 2009).

Etnobiologia

Os habitats anfíbios de áreas costeiras de dunas de areia nas quais Odontophrynus maisuma está presente estão sendo fortemente impactados por atividades urbanísticas e turísticas, tanto no Brasil (Colombo et al. 2008) quanto no Uruguai (Kolenc et al. 2009).

Tipos de Ambientes

Dunas de areias nas praias costeiras do Sul do Brasil ao Uruguai (Rosset, 2008).

Galeria de ambientes

Biomas / Eco-regiões

Mata Atlântica, Pampa

Vocalização

Descrição do canto

O canto consiste em uma nota multipulsada com duração de 650 ± 56 ms (570-785, N = 29). 2. As chamadas são separadas por intervalos variáveis de 6,2 ± 5,3 s ( 1,6–18,6, N = 28), apresentam 47,8 ± 4,0 pulsos (43–57, N = 28) e a frequência dominante é de cerca de 1170 Hz (1124, N = 11 e 1211, N = 17 ROSSET & BALDO (2010).

Variações de canto

Reprodução

As espécies do gênero Odontophrynus apresentam hábitos de escavação que permanecem a maior parte do ano em abrigos subterrâneos e se reproduzem sazonalmente após fortes chuvas, geralmente em pequenos lagos ou riachos temporários. Embora sejam comuns e difundidos, os relatórios sobre a história natural desses sapos interessantes são limitados a poucos trabalhos ROSSET & BALDO (2010). Espécie vive em ambientes de dunas de areias. Costumam vocalizar durante a noite, em lagoas temporárias com o corpo semi-submerso, às vezes deitado na base das folhas de Eryngium (Apiaceae) ROSSET & BALDO (2010).

Sítios reprodutivos

Modo reprodutivo

Época reprodutiva

Fevereiro, Março, Abril, Maio, Junho

Tipo de desenvolvimento

Indireto, ou seja, com a presença de girinos.

Girinos

História Natural

Ainda não encontramos.
Ainda não encontramos.
Ainda não encontramos.

Morfologia

Ainda não encontramos.
Ainda não encontramos.
Ainda não encontramos.
Ainda não encontramos.
Ainda não encontramos.
Ainda não encontramos.
Ainda não encontramos.
Ainda não encontramos.

Créditos

Fotografias

Natália Dallagnol Vargas

Ilustrações

Gabriela Luiza de Deus

Vocalizações

Colaborador da página

Álvaro Drumond Araújo VIA: UFMG
SERGIO D. ROSSET (2008) – NEW SPECIES OF ODONTOPHRYNUS REINHARDT AND LÜTKEN 1862 (ANURA: NEOBATRACHIA) FROM BRAZIL AND URUGUAY. HTTPS://AMPHIBIANSOFTHEWORLD.AMNH.ORG/AMPHIBIA/ANURA/ODONTOPHRYNIDAE/ODONTOPHRYNUS/ODONTOPHRYNUS-MAISUMA C. BORTEIRO, F. KOLENC, M. O. PEREYRA, S. ROSSET & D. BALDO (2010) – A DIPLOID SURROUNDED BY POLYPLOIDS: TADPOLE DESCRIPTION, NATURAL HISTORY AND CYTOGENETICS OF ODONTOPHRYNUS MAISUMA ROSSET FROM URUGUAY (ANURA: CYCLORAMPHIDAE).